terça-feira, 6 de maio de 2014

Exercícios: Emprego dos porquês

Gabarito
1.   Você não percebe? Por quê? (pergunta direta, perto de pontuação)
2 - Entrou aqui porque está interessado. (pois)
3 - Todos viram por que motivos saiu rindo. (por quais)
4 - Ele falou o porquê de suas lágrimas. (substantivo, sinônimo de motivo, razão)
5 -Por que falou alto? (por qual razão)
6 -Aquele porquê é um substantivo. (substantivo)
7 -Ele não sabe por que não quer sair. (por qual motivo)
8 -Por que não fez a lição? (por qual motivo)
9 -Falou sério porque queria silêncio. (pois)
10 - Perguntei o porquê de sua demora. (substantivo, sinônimo de motivo, razão)
11 - Não posso sair porque preciso estudar. (pois)
12 - Você não me telefonou por quê? (pergunta direta, perto de pontuação)
13 - Foi este o motivo por que viajaste. (pelo qual)
14 -Ninguém sabe o porquê de ela ter feito isso. (substantivo, sinônimo de motivo, razão)

Exercícios : Emprego dos porquês

1 -Você não percebe? ......................?

2 -Entrou aqui ......................está interessado.

3 -Todos viram ...................... motivos saiu rindo.

4 -Ele falou ...................... de suas lágrimas.

5 -...................... falou alto?

6 -Aquele ...................... é um substantivo.

7 -Ele não sabe ...................... não quer sair.

8 -...................... não fez a lição?

9 -Falou sério ......................queria silêncio.

10 -Perguntei ...................... de sua demora.

11 -Não posso sair ...................... preciso estudar.

12 -Você não me telefonou ......................?

13 -Foi este o motivo ......................viajaste.

14 -Ninguém sabe ...................... de ela ter feito isso.


Confira suas respostas aqui.


segunda-feira, 5 de maio de 2014

Modelo de texto dissertativo

Dissertar é um hábito que devemos desenvolver com muita leitura e prática. Por isso, sempre que posso, me coloco no lugar de aluno para exercitar a escrita e argumentação.

A SOCIEDADE E A ÉTICA

A base para a formação da sociedade está nos valores e tradições que são acumulados ao longo do tempo e que variam de acordo com a época e o lugar. Sendo assim, o comportamento ético de um indivíduo deve adequar-se àquele grupo ao qual pertence, de maneira que suas atitudes sejam relevantes e não infrinjam as normas de conduta vigentes.
É importante ressaltarmos que para haver equilíbrio no convívio grupal, é necessário o respeito ao direito alheio, já que existe uma interdependência entre os integrantes de um mesmo ambiente social. A ética norteia forma de agir, ou seja, a maneira que o ser humano deve se portar diante das situações, considerando a sua vontade e não desprezando a vontade do outro.
No entanto, o que temos visto é que a corrupção – presente até em atos triviais  – tem se popularizado de modo que o desrespeito se tornou prática freqüente no dia a dia das pessoas. E mais: percebemos um crescente comodismo e passividade frente a essas atitudes.

Diante disso, a consciência das liberdades individuais, direitos e deveres urge. Para que haja uma sociedade ética, consciente e participativa, é imprescindível que as ações humanas (inclusive as pequenas do cotidiano, como devolver um troco errado) visem ao direito do próximo, a fim de que sejam promovidos o respeito e a dignidade humana.

(Este texto foi resultado da leitura do livro "O que é ética, de Álvaro L. M. Valls")

quarta-feira, 30 de abril de 2014

O USO DOS PORQUÊS


O USO DOS PORQUÊS

Tenho visto alguns alunos com dúvidas quanto ao emprego dos porquês. Por isso resolvi fazer uma breve explicação que irá auxiliá-los.

Não é difícil. Basta aprendermos alguns macetes. Vejam:

    1. POR QUE
    É a junção da preposição “por” + qual motivo. Você não escreve “porqual” (junto). Esse porquê também é muito usado em frases interrogativas. Veja os exemplos:

    Por que não lavou a louça? (por qual motivo)
    Estudo por que um dia serei médico. (para que)
    A vitória por que lutamos chegará.(pela qual)

    2. PORQUE
    É conhecido como o porquê de resposta, já que pode ser explicativo ou causal.

    Quando conseguirmos substituí-lo por “pois”, será explicativo.
     Não estudamos porque estávamos no mercado. 

    Quando conseguirmos substituí-lo por “como”, será causal. 
    Porque estava nervoso, saiu de casa. 
  1. 3. POR QUÊ
    Também significa “por qual motivo” ou “por qual razão”. No entanto, vem sempre antes de um ponto (interrogativo, exclamativo ou final)

    Vocês não ficaram? Por quê?

    4. PORQUÊ
    É substantivo e significa “o motivo”, “a razão”. Vem sempre acompanhado de artigo, pronome, adjetivo ou numeral.

    Quero saber o porquê de sua demora.
    Diga-me um porquê para não vir me visitar.


Resumindo:

  • Porque (junto) – usado para frases afirmativas (explicativas ou causais);
  • Por que (separado) – em frases interrogativas ou quando pode ser substituído por “pelo qual” e suas variações;
  • Por  quê (separado e com acento) – no final de frase interrogativa.
  • Porquê (junto e com acento) – quando for uma palavra substantivada.

Vejam alguns exemplos do uso dos porquês, em um trecho do texto de Clóvis Sanches “Os porquês do porquinho”:
(Encontrei esse texto aqui)

Aconteceu na Grécia! 
Era uma vez um jovem porquinho belo e bom, muito pequenino, cuja vida foi dedicada à procura dos porquês da floresta. Tal porquinho, incansável em sua busca, passava o dia percorrendo matas, cavernas e savanas perguntando aos bichos e aos insetos que encontrava pelo caminho todos os tipos de porquês que lhes viessem à cabeça.
-
Por que você tem listras pretas se os cavalos não as têm? - perguntava gentilmente o porquinho às zebras.
- Pernas compridas
por quê, se outros pássaros não as têm? - indagava às seriemas, de forma perspicaz.
-
Por que isso? Por que aquilo?
Era um festival de
porquês, dia após dia, ano após ano, sem que ele encontrasse respostas adequadas aos seus questionamentos de porquinho.
Por exemplo, sempre que se deparava com uma abelha trabalhando arduamente, ele perguntava
por quê. E a pergunta era sempre a mesma:
- Saberias, por acaso,
por que fazes o mel, oh querida abelhinha?
E a abelha, com seus conhecimentos de abelha, sempre respondia assim
ao porquê:
- Fabrico o mel
porque tenho que alimentar a colmeia.
Mas a resposta das abelhas não o satisfazia,
porque eram os ursos os maiores beneficiados com aquela atividade.



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